Segundo dados divulgados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação no Brasil, apontam que o azeite ficou 44,23% mais caro desde 2020. A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) informou que, só no ano passado, o preço do produto teve um aumento de 24,7%. Uma previsão aponta que os valores não devem voltar aos patamares anteriores tão cedo.
A alta significativa colocou o produto na mira dos ladrões. Além da alta incidência de furtos, o azeite virou alvo de operações para identificar a originalidade do produto. Em março deste ano, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) foi responsável por interceptar uma carga de 20,4 mil litros de azeite falsificado, vindos da Argentina.
Em nota endereçada ao portal Mais Goiás, o supermercado Extra afirmou seguir padrões de proteção para produtos de alto valor agregado e que, isso os torna sujeitos a procedimentos adicionais de segurança e proteção.
Já o Assaí informou que “conta com medidas de segurança para garantir uma experiência de compra protegida, adotando práticas amplamente reconhecidas no setor de varejo e atacado, e que podem incluir a instalação de mecanismos antifurto em diferentes categorias de produtos”.
Em janeiro, um usuário da rede social X compartilhou fotos de um supermercado brasileiro onde o produto recebeu um lacre, como aqueles vistos em bebidas de primeira linha, cosméticos e eletrônicos. “Azeite vale ouro no Brasil. Acabei de chegar no mercado e as garrafas têm até lacre de segurança…”, escreveu na publicação.
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